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Remate Digital

Como está o teu clube? - Blog do Feirense

Foto: Facebook Feirense
Foi com enorme prazer que aceitei este desafio do RemateDigital, ao qual quero agradecer pela oportunidade de poder divulgar a páginaBlog do Feirense e o nome do Clube Desportivo Feirense. Parabéns ao RemateDigital, pela iniciativa!

Como está o meu clube?
O Clube Desportivo Feirense regressou esta época ao convíviodos “grandes” do nosso futebol, quatro temporadas depois da última presença, etem como grande objetivo a manutenção na Primeira Liga, algo inédito em quatroparticipações anteriores na divisão maior.
José Mota, que chegou ao clube na reta final da Ledman LigaPro, na época anterior, e conseguiu a subida de divisão nas últimas jornadas,foi o treinador escolhido pela SAD para orientar a equipa na Liga NOS.

Nas contratações, Luís Aurélio, ex-Nacional da Madeira, eirmão gémeo de João Aurélio (Vitória de Guimarães) foi o nome mais sonante,seguido do experiente guarda-redes Peçanha. Outros nomes, menos conhecidos,foram chegando e o plantel começou a ganhar forma. De todas as aquisições, háum elemento que tem ganho grande destaque na equipa pelas exibiçõesconseguidas. Vaná, guarda-redes brasileiro, ex-ABC do Brasil, assumiu atitularidade na Taça da Liga, em jogo com o Tondela (vitória por três bolas azero) e desde então que é o “dono” da baliza.

O campeonato começou da melhor forma para o Feirense.Vitória no Estoril por duas bolas a zero, logo na primeira jornada. Platiny eKaramanos foram os marcadores dos golos. As expectativas para a recepção aoMoreirense, treinado por Pepa, ex-técnico do Feirense, eram altas, mas oresultado (0-3), e sobretudo a exibição, goraram todas as expectativas.  As vitórias diante de Tondela, em casa, eBoavista, em pleno Estádio do Bessa, voltaram a fazer acreditar os adeptos numaboa época, mas nova derrota caseira por três a zero, agora com o Nacional, voltoua deitar por terra tais aspirações.
O Feirense entrou então num ciclo de resultados negativos nocampeonato que se tornou interminável. A confiança da equipa foi caindo a cadajogo perdido e as exibições não agradavam aos adeptos que, cada vez mais,contestavam o treinador. Apenas dois empates em nove jogos na Liga, e a quedapara os lugares de descida, foi o quanto baste para a demissão de José Mota,que deixou o clube logo após a derrota no Marítimo, na 14ª jornada.

Vários nomes foram badalados na imprensa nacional comopossíveis sucessores de José Mota no comando técnico, entre eles, Ricardo SáPinto, Vítor Paneira e Paulo Sérgio, com este último a ser dado como certo paraassumir o cargo. Entretanto, Nuno Manta Santos, um “homem da casa”, era otreinador interino e foi com ele que a equipa regressou às vitórias, nove jogosdepois, na receção ao Paços de Ferreira, na 15ª jornada da Liga. A boa exibiçãofoi do agrado geral e um grupo de adeptos criou uma petição pública a pedir queNuno Manta ficasse como técnico principal. Veio o jogo com o FC Porto, para aTaça da Liga, no Dragão, ainda com Nuno Manta ao leme da equipa, uma prova defogo para o treinador interino. A verdade é que o jovem técnico (38 anos)passou o “exame” com distinção. O Feirense conseguiu, além de uma boa exibição,um moralizador empate a uma bola e conseguiu também um feito histórico; sair decasa de um “grande” sem perder, algo que nunca havia conseguido em 17 jogos.

Perante os resultados, as boas exibições, e vendo o agradodos adeptos, a SAD optou por nomear Nuno Manta Santos como treinador principaldo Feirense. A aposta parece estar a “dar frutos” e a equipa voltou aos bonsresultados. Já com o novo técnico no comando, o Feirense, na Liga, empatou emcasa com o Vitória de Guimarães, com mais uma exibição que mereceu rasgadoselogios na imprensa, e venceu o Estoril por uma bola a zero, conseguindo,nestes dois jogos, uma importante vantagem de seis pontos para a linha de águano arranque da segunda volta do campeonato.
Apesar dos bons resultados, a equipa revela algumascarências, necessitando de alguns reforços em várias posições para poderencarar uma segunda volta do campeonato que se adivinha ser exigente na lutapela manutenção.
Nesta reabertura de mercado, a administração da SADfogaceira contratou o internacional cabo-verdiano Babanco, um experientedefesa/médio esquerdo que certamente dará maior qualidade à equipa.

Edson Farias, extremo brasileiro que em Portugal representouo Paços de Ferreira, clube pelo qual realizou 58 jogos e marcou seis golos, emduas épocas, foi o segundo reforço de inverno, vindo do Bucheon 1995, da Coreiado Sul.
No último dia de transferências, chegaram ao Feirense oextremo direito/esquerdo Hugo Seco, ex-Cherno More da Bulgária, o médiodefensivo Pelé, emprestado pelo Benfica até final da temporada, e o ponta delança brasileiro Wellington, ex-AEL Limassol do Chipre.
Com cinco caras novas no plantel, o treinador Nuno MantaSantos terá à sua disposição novas soluções em todos os sectores que lhepermitem encarar os desafios com mais confiança, podendo lutar de igual paraigual com os seus adversários diretos na fuga à tão indesejada despromoção.
O ponta de lança grego Tasos Karamanos, emprestado ao Feirensepelo Olympiacos, esteve com um pé no Fullham de Inglaterra mas, problemasburocráticos impediram a transferência em definitivo do segundo melhor goleadorfogaceiro para o clube do Championship. Certamente os adeptos do Feirenseagradecerão a não concretização deste negócio.
À parte das novas aquisições, o clube também procedeu aalgumas saídas. Semedo, que terminava contrato no final da presente temporada,rumou aos cipriotas do Apollon Limassol, permitindo algum encaixe financeiro.Guima e Tchami, jogadores com pouquíssimos minutos de jogo, rescindiram os seusvínculos contratuais com o clube, ficando livres para assinarem por outrosemblemas, e o jovem extremo Vieirinha, apenas com 53 minutos de jogo na Taça daLiga, seguiu para a Sanjoanense, por empréstimo, até final da época.
Saudações Fogaceiras!